quinta-feira, 7 de novembro de 2013

06/11/2013

   Madrugada fria essa de terça para quarta, nem sei se devido ao frio, de fato, ou a insônia que me pegou, mas enfim, estava fria. Por fim, dormi. Acordei numa manhã com clima agradável, tudo caminhando para um dia bom.

   Meu amor já estava acordado quando despertei, tomamos um café rápido, coisa fora do costume. Tenho por hábito alongar o café da manha, pois tenho a seguinte máxima: esse é o momento da família, momento de entrega. Mas hoje foi um dia atípico, afinal meu amor iria apresentar sua pesquisa – isso é quase como o dia do casamento para um cientista.

   Lá, na universidade, onde aconteceria a apresentação, encontrei minha amiga de longa data. Conversamos coisas fúteis, coisas úteis, coisas sérias, coisas avulsas, como de costume. Iniciamos nosso assunto na roupa dela, passamos por um artigo de estatística, floreamos sobre preconceito, desenvolvemos teorias sociais, desvaneiamos sobre a vida, filosofamos sobre nossos destinos e terminamos nem sei onde. Apesar dos inúmeros parênteses em nossas conversas e da eloquência do dialogo, concluímos todos os raciocínios. Mas, voltando à apresentação, meu amor, como era de se esperar, não me decepcionou e me deu orgulho – e poliveja, é claro. Sua apresentação foi memorável. Não tenho o que acrescentar.

   No período da tarde, terminei de formatar alguns artigos. Confesso: um deles me deu vergonha; erros primários passaram e chegaram às mãos de minha orientadora. Minha desatenção é algo que tenho que trabalhar. Fiz a inscrição para um concurso (tenho que estudar!), resolvi alguns pormenores, fiz post para o guaraná e escrevi esse texto. Aprendi a fazer bolinho de chuva, que foi meu jantar, e recebi uma boa notícia. Em suma, estou me policiando para aproveitar meu tempo e fazer algo de útil dele.

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